Pequena e chata, mas dá pra ouvir.
Cantada por Paula Toller.
Quase uma que Maysa cantou muito: "Meu mundo caiu".
Mas o meu mundo ainda está de pé.
Eu continuo. Continuo e continuo.
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De mim suor frio escorre e um tremor toda me prende. Mais verde que erva estou - e bem morta, por bem pouco, pareço... Mas tudo é para ousar... fr. 31 V
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Caipi... roska
Descobri ontem num curso de bartender na Lapa que não sei fazer caipirinha, nem caipivodka.
Só vendo a minha falta de destreza diante do bar.
Limpei as mãos, lavei o limão, cortei a fruta de um jeito que depois descobri que não era o correto, porque tinha que se tirar a parte branquinha de dentro do limão, que fica no miolo, tudo para dar melhor sabor à bebida, depois peguei as partes cortadas do limão, joguei dentro da coqueteleira, instrumento que nunca havia usado na vida antes, coloquei colheres de açúcar demais, também, a colher era do tipo "bailarina"..., (cabo longo e parte para pôr o açúcar do tamanho de uma colher de chá), peguei o balde de gelo, a pinça, pá ou pegador e saí metendo várias pedras de gelo dentro da coqueteleira; depois veio o dosador de 50 ml, onde coloquei duas doses de vodka, a pior que forneceram, Kovak, e por fim, fechei a maldita coqueteleira e comecei a dar uma de barwoman : mexi, sacudi, dei voltinhas, sorri, toda crente. Crente que estava fazendo certo. Tirei a bebida, putz grila, que bebida... e coloquei dentro de um copo "on the rocks" entregando para o primeiro que estava na minha frente atrás do balcão. Ele fez uma cara engraçada. Limpei a pia do bar, devolvi tudo para o lugar de origem e esperei pra ver meus erros.
O pior erro possível cometi. Esqueci o principal: amassar o limão junto com o açúcar dentro da coqueteleira pra depois sim, vir com a vodka e os gelos.
E o tempo máximo determinado para se fazer a bebida era de um minuto e meio.
Devo ter feito em um minuto, porque fiz questão de ser rápida.
Apressado come cru, não é?
E uma apressada atrás de um bar acaba fazendo vodka com gelo e açúcar.
O limão? Virou só enfeite junto com o monte de gelo que ficou em excesso no copo.
Isso que dá não ser pinguça nem ter prática com bebida... E ainda bem que não!
Mas de agora em diante, espero não errar mais com meus drinks!
Pra mim, eu ia mostrar "meus entendimentos" em outra bebida: wisky doze anos com duas doses de licor amaretto e umas pedras de gelo. Tinha me preparado para isso, montar um Godfather e não uma caipirinha... Mas sou brasileira, tenho que me conformar! Até porque, foi uma prova de fogo, do tipo: sabe quem faz e se vira quem não sabe fazer. Estava escrito em que manual isso?!!! Preciso é ficar mais esperta!
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Só vendo a minha falta de destreza diante do bar.
Limpei as mãos, lavei o limão, cortei a fruta de um jeito que depois descobri que não era o correto, porque tinha que se tirar a parte branquinha de dentro do limão, que fica no miolo, tudo para dar melhor sabor à bebida, depois peguei as partes cortadas do limão, joguei dentro da coqueteleira, instrumento que nunca havia usado na vida antes, coloquei colheres de açúcar demais, também, a colher era do tipo "bailarina"..., (cabo longo e parte para pôr o açúcar do tamanho de uma colher de chá), peguei o balde de gelo, a pinça, pá ou pegador e saí metendo várias pedras de gelo dentro da coqueteleira; depois veio o dosador de 50 ml, onde coloquei duas doses de vodka, a pior que forneceram, Kovak, e por fim, fechei a maldita coqueteleira e comecei a dar uma de barwoman : mexi, sacudi, dei voltinhas, sorri, toda crente. Crente que estava fazendo certo. Tirei a bebida, putz grila, que bebida... e coloquei dentro de um copo "on the rocks" entregando para o primeiro que estava na minha frente atrás do balcão. Ele fez uma cara engraçada. Limpei a pia do bar, devolvi tudo para o lugar de origem e esperei pra ver meus erros.
O pior erro possível cometi. Esqueci o principal: amassar o limão junto com o açúcar dentro da coqueteleira pra depois sim, vir com a vodka e os gelos.
E o tempo máximo determinado para se fazer a bebida era de um minuto e meio.
Devo ter feito em um minuto, porque fiz questão de ser rápida.
Apressado come cru, não é?
E uma apressada atrás de um bar acaba fazendo vodka com gelo e açúcar.
O limão? Virou só enfeite junto com o monte de gelo que ficou em excesso no copo.
Isso que dá não ser pinguça nem ter prática com bebida... E ainda bem que não!
Mas de agora em diante, espero não errar mais com meus drinks!
Pra mim, eu ia mostrar "meus entendimentos" em outra bebida: wisky doze anos com duas doses de licor amaretto e umas pedras de gelo. Tinha me preparado para isso, montar um Godfather e não uma caipirinha... Mas sou brasileira, tenho que me conformar! Até porque, foi uma prova de fogo, do tipo: sabe quem faz e se vira quem não sabe fazer. Estava escrito em que manual isso?!!! Preciso é ficar mais esperta!
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
MAYSAS
Dois fenômenos midiáticos pelos quais eu vejo e tenho um certo medo.
Um do passado, outro do presente, mas ambos marcados em todos os tempos, inclusive, no momento futuro, que é o aqui e agora também.
Passado, presente e futuro... sempre se misturando...
Uma é, está sendo, foi... profundamente melancólica.
Outra, é pequenina ainda, mas tem mostrado uma agilidade e um raciocínio lógico atípico para a idade que tem, porque ela é apenas uma criança.
A de cima, era mulher, adulta, rebelde, transgressora, cantora precursora da bossa nova, bolerista das melhores.
A de baixo, apresenta programas de auditório, é um grande achado de outro velho apresentador, dá muito ibope a um canal de TV, a garotinha promete.
Só que, por serem tão boas no que fazem, tão pefeitas em suas funções, tão intensas, tão atuantes, tão carregadas de expressão, tão tudo, tão bastante, tão muito, sabe que elas dão um medo medonho? Só de olhar, só de ouvir, só de aplaudir, só de perceber, só de chorar ou de rir, só de tentar entender e só de não compreender... Dá uma sensação esquisita, algo como tristeza e alegria demasiadas, uma se opondo a outra.
Difícil entender o tamanho da carga e do peso do nome Maysa.
Um do passado, outro do presente, mas ambos marcados em todos os tempos, inclusive, no momento futuro, que é o aqui e agora também.
Passado, presente e futuro... sempre se misturando...
Uma é, está sendo, foi... profundamente melancólica.
Outra, é pequenina ainda, mas tem mostrado uma agilidade e um raciocínio lógico atípico para a idade que tem, porque ela é apenas uma criança.
A de cima, era mulher, adulta, rebelde, transgressora, cantora precursora da bossa nova, bolerista das melhores.
A de baixo, apresenta programas de auditório, é um grande achado de outro velho apresentador, dá muito ibope a um canal de TV, a garotinha promete.
Só que, por serem tão boas no que fazem, tão pefeitas em suas funções, tão intensas, tão atuantes, tão carregadas de expressão, tão tudo, tão bastante, tão muito, sabe que elas dão um medo medonho? Só de olhar, só de ouvir, só de aplaudir, só de perceber, só de chorar ou de rir, só de tentar entender e só de não compreender... Dá uma sensação esquisita, algo como tristeza e alegria demasiadas, uma se opondo a outra.
Difícil entender o tamanho da carga e do peso do nome Maysa.
domingo, 4 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Viva la vida

Porque a VIDA é linda, é linda e é linda, se você quiser que ela seja !
E sobre a banda que eu curto, Coldplay:
O nome do novo álbum do Coldplay, é "Viva la vida", inspirado numa pintura da artista mexicana Frida Kahlo. A banda descobriu a artista Frida Kahlo, falecida em 1954 e se encantou com sua história de vida.
Frida, foi sofrida. Filha do fotógrafo judeu-alemão Guilhermo Kahlo e de Matilde Calderón e Gonzalez, uma mestiça mexicana. Em 1913, com seis anos, Frida contraiu poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofreu ao longo de sua vida. A poliomielite deixou uma lesão em seu pé direito e, por causa disso, ganhou o apelido de Frida pata de palo, ou seja, Frida perna de pau. A partir daí ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais.
Ela enfrentou com coragem a poliomielite e as dores nas costas e ainda assim pintou um quadro chamado “Viva la vida!” com esta inscrição numa das muitas melancias da pintura.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Dia primeiro, primeiro dia

O dia foi : assim, assim...
A luz acabou várias vezes.
O computador quase pifou.
A cigarra agora canta desesperadamente.
Deve anunciar que amanhã vem sol.
Outras cigarras cantam.
O som delas aumenta.
A luz acabou várias vezes.
O computador quase pifou.
A cigarra agora canta desesperadamente.
Deve anunciar que amanhã vem sol.
Outras cigarras cantam.
O som delas aumenta.
Agora devem anunciar o acasalamento.
Só os machos cantam.
As fêmeas não têm vez, não possuem a tal caixinha de música.
Ainda há fogos por toda a praia.
Daqui da janela dá pra ouvir fogos e carros.
Uma TV está ligada passando algum filme.
Só ouço gritos da telinha.
Comédia? Pelas risadas subsequentes, deve ser.
Tragédia? Pelo andar e fazer e o não saber terminar de, pode ser ou pode não ser.
Ainda há fogos por toda a praia.
Daqui da janela dá pra ouvir fogos e carros.
Uma TV está ligada passando algum filme.
Só ouço gritos da telinha.
Comédia? Pelas risadas subsequentes, deve ser.
Tragédia? Pelo andar e fazer e o não saber terminar de, pode ser ou pode não ser.
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